vídeo: Cia de Foto e Denis Russo Burgierman
Os problemas que São Paulo enfrenta agora são consequência modelo da cidade, da história de sua ocupação, do modo como escolhemos viver por aqui. Este vídeo tenta entender essa história e busca soluções para como pode ser a São Paulo do futuro.
André Gravatá
Muito bom!! Parabéns pelo vídeo, pessoal!
Publicado em 22.06.2010
Lais
Excelente video! Muito educativo para estudantes da urbanização de São Paulo!
Publicado em 25.06.2010
Joã Carlos Cascaes
Que tal: 1 - transferir a capital política para o centro de SP? 2 - decuplicar a Usina Henry Borden (operação em condições especiais)? 3 - substituir o asfalto por concreto? 4 - criar calçadões, fechar ruas, refazer zoneamento etc.? 5 - educar para andar? e parabéns pelo vídeo e mensagens.
Publicado em 02.07.2010
Ghidini
Bem legal...sucinto, educativo e claro. Temos que mudar o paradigma do uso do carro sem dúvida.
Publicado em 03.07.2010
vanmare
Esta cidade foi considerada na ONU como a Grande Favela ou Cortiço, com mais da metade da população vivendo em áreas irregulares.
Publicado em 07.07.2010
Guilherme Turri
Ótimo vídeo! Realidade sem drama. Organizado e objetivo, parabéns!
Publicado em 22.07.2010
Beatriz Pavan
Enquanto assistia este vídeo tive que aumentar/dobrar o volume duas vezes porque passaram motos e caminhões barulhentos, expelindo fumaça preta ... a realidade está aí!
Publicado em 22.07.2010
Vanderlei Nogueira
Mais da metade dos habitantes moram em áreas irregulares ( favelas e Cortiços). O problema habitacional é visível, Três vezes mais caro é o metro quadrado construído nesta capital. O sistema financeiro adora, porque se utiliza da super-valorização dos imóveis para financiamentos super-faturados - Bolhas Especulativas do Tipo Americano. O ganho com empréstimo imobiliário é de 50 a 80 % ao mês sobre o valor. Existe melhor investimento do que emprestar dinheiro ? Maluf é procurado na Interpol - super-faturamento e mais... O promotor não quer ver o super-faturamento dos contratos imobiliários de financiamentos?
Publicado em 22.07.2010
van
Complementando o e-mail anterior Assunto para antropologos, sociologos e psicologos São as "Biscates espirituais" que fazem trabalhos espirituais no edifício. Espiritas que são usadas para fazer ereção em pênis do vizinho, satanismo, orgias , tudo disfarçado de telepatas, videntes, e muito mais
Publicado em 22.07.2010
Carlos Alberto Schibelscky
E agora o que eu faço, pergunto eu?? Olho para minha estante e vejo livros amarelados pelo tempo, alguns como: SÃO PAULO 1975-CRESCIMENTO E POBREZA. Uma coletânea de textos de vários autores, entre eles Paul Singer, Lúcio Kowarick José Álvaro Moisés e Fernando Henrique Cardoso (quando ainda apenas sociólogo). PROJETO SÃO PAULO - PROPOSTAS PARA A MELHORIA DA VIDA URBANA. Jorge Wilheim. Ed. Paz e Terra, 1982. HABITAÇÃO EM QUESTÃO. Também uma coletânea de textos organizada por Licia do Prado Valladares. Zahar Editores, 1980. A ESPOLIAÇÃO URBANA. Lúcio Kowarick. Ed. Paz e Terra, 1980. Lembro-me das minhas aulas com o Prof. Célson Ferrari...na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie, entre os anos de 1979 e 1986. Naquela época, estes problemas já eram discutidos em classe, passaram-se pouco mais de 25 longos anos para eu encontrar um site e assistir videos que "estão chovendo no molhado"...entendam, NÃO ESTOU DESMERECENDO ESTE TRABALHO, muito pelo contrário, é sem dúvida de inestimável valor, porém trouxe-me uma certa angústia... o que de fato fiz ou estamos fazendo? Nada. Simpósios, congressos, leis, idéias... e o CAOS já detectado há décadas atráz continua sendo objeto de discussões...Hoje sou arquiteto com especialização em iluminação (lighting designer), minha preocupação é iluminar com eficiência...será que pelos próximos 20 e poucos anos terei velas para continuar lendo meus velhos livros??
Publicado em 28.07.2010
André
Bacana o vídeo, legal mesmo. Pena que tem um erro crasso no meio do texto. Um erro quase irresponsável, que fomenta nas pessoas um dos preconceitos tão ilógicos quanto o crescimento de São Paulo. Que me perdoe o autor, mas é ERRADA a noção de que motos poluem sete (ou sei lá quantas) vezes mais que os carros. Quem escreveu isso, se parasse pra pensar no tamanho da bobagem, trataria rapidamente de fazer a correção. Afinal, como é que um motor com apenas 12% da capacidade cúbica do menor motor de automóvel disponível, capaz de rodar uma distância 3 a 4 vezes maior queimando o mesmo litro de combustível que um automóvel, polui mais? Motos não são um problema, são uma solução. E das boas. Consomem (e poluem) menos, ocupam menos espaço nas ruas e pátios de estacionamento. É uma pena que as mesmas pessoas que gostam da pizza rápida e quentinha em casa, ou dos documentos entregues com urgência seja os maiores, mais ferozes e mais mal-informados críticos do transporte motociclístico, não é?
Publicado em 29.07.2010
R Carlos
O tema sempre vem à mesa: transferir a capital para o interior. Mas eu pergunto: em que São Paulo melhoraria com isto? Sairiam daqui os funcionários públicos, deputados e juízes, nada mais. A pobreza continuaria aqui multiplicando-se e corroendo a cidade como bem lembrou o Vanderlei Nogueira. Seria o fim. Não precisamos substituir esta cidade por outra. Podemos fazer outra aqui mesmo. O problema maior de São Paulo é a ocupação predatória do solo, todos sabem disso. Quem promove essa ocupação? Reflita e olhe. No comentário do Vanderlei está a resposta. Portanto, as soluções para São Paulo passam pela esfera federal. É humanamente impossível para a prefeitura, sozinha, resolver um problema social que é de responsabilidade do país. Aí vem alguém e fala: bom mas a migração do campo para as cidades é um 'fenômeno' mundial. Fenomeno, meu caro, é a frente fria que vem da Argentina derrubando a temperatura e fazendo chover. Nada há que impeça. Porém com gente é diferente. Para isso existem os governos e a capacidade de governar ou não. Nada justifica que as pessoas mais carentes insistam em sobreviver amontoadas em São Paulo na vã esperança de melhorar de vida enquanto o restante do território brasileiro permanece desabitado. As favelas e barracos estão aí há 50 anos sem apresentar sinal evidente de recuo. Muito pelo contrário, sua expansão continua derrubando o que resta de Mata Atlantica enquanto estamos esbravejando contra derramamento de óleo no golfo do México. São 2,7 milhões de pessoas ocupando danosamente o solo e destruindo a defesa natural da cidade, a reserva da biosfera. A consequencia aí está em forma de mudanças climáticas. Não seria mais justo dar a essas pessoas uma oportunidade de começar vida nova nas pequenas cidades do rejeitado nordeste de onde elas vieram? Com a palavra o governo federal.
Publicado em 29.07.2010
Roger
Sem querer tomar partido de qualquer das partes, eu gostaria de ouvir o que o Estadão tem a dizer a respeito do comentário do André (29.07), que defende que as motocicletas poluem muito menos que os carros - ao contrário do que afirma o Estadão, que diz que as motos poluem 7 vezes mais. A lógica apresentada por André faz mais sentido. E agora?
Publicado em 30.07.2010
Eduardo
Nossas motos atuais poluem mais do que os carros e, em alguns poluentes, mais até que caminhões. `Para os que ainda não sabiam disso, é só pesquisar....
Publicado em 30.07.2010
Lima
Para fazer caberem 20 milhões de pessoas em um espaço de pouco mais de 1500 km² seria necessário empilhar gente. Assim, as pessoas foram encaixotadas e empilhadas nos prédios apartamentos. Cada vez menores graças à permissividade da lei de ocupação do solo e do código de obras de São Paulo, os apartamentos vão definhando sem que nenhum vereador tenha peito de dar um basta nisso. Eles têm medo do Secovi e das poderosas construtoras, as máquinas de produzir construções que destróem a cidade como já disse alguém. Aí vem um e fala: 'bom mas isto é São Paulo. O preço do m² de terreno é naturalmente caro e por isso os apartamentos vão encolhendo. O que importa é o lucro'. Ou seja, para algumas pessoas esta cidade não passa de uma gigantesca Serra Pelada urbana. Até os congestionamentos justificam-se estourando champanhe para comemorar a alta nas vendas dos automóveis. Porém se a prefeitura pensasse assim, a épica Lei Cidade Limpa jamais teria saído do papel, não? Mas ainda há esperança. Ela reside nos jovens aguerridos promotores do ministério público e em meia dúzia de idealistas como o pessoal do Condephat. Foi graças à pronta intervenção desse órgão que a venda do Jóquei Clube foi barrada. Em seu lugar seriam erguidas três ou quatro edifícios, um dano irreversível à cidade já tão torturada pelas construtoras. Enfim, para São Paulo ser outra cidade é preciso ter outra mentalidade. Sai a ganância e entra uma coisa que o dinheiro não compra até porque não existe para vender no shopping center: qualidade de vida.
Publicado em 30.07.2010
Natureza Humana
E o que é lógico nessa Cidade? Sem Politica Urbana.
Publicado em 30.07.2010
Daniela Lima
Solucao! Bomba atômica! Faz a limpa de uma vez tanto do caos da cidade como dos que promovem a violência nessa cidade com um dos indices mais alto de vi olência no mundo. Ai sim contrói se tudo de novo mas dessa vez tudo planejadinho e escolhe se também só os bons para morar em Sampa ...vai ser sem erro e um paraíso !
Publicado em 31.07.2010
José Carlos Boz
Parabens. Muito bom o video, nos ajuda a ver que o transporte coletivo é uma solução e que restaurar alguns rios e riachos melhoraria e muito o problemão das enchentes. Continuem a divulgar e algum dia iremos pensar seriamente essa cidade.
Publicado em 02.08.2010
R Carlos
Se fosse para jogar uma bomba seria melhor detonar o mundo inteiro não só São Paulo, não é Dani? Tá tudo errado. Mas como seres pensantes que somos, vivemos para resolver problemas. Às vezes resolvemos uns e criamos outros, como é o caso da marginal Tietê. O transito ficou uma beleza mas o rio... São Paulo precisa de um desenho lógico que não coloque seus rios como obstáculos mas premissas de projeto. A periferia da cidade, esta sim, precisa de uma bomba. Mas uma bomba em forma de borracha apagando-a e fazendo a cidade diminuir o tamanho. Não dá para viver em um lugar que você precisa de duas horas para deslocar-se até o centro e mais duas para voltar para casa. Mas a engenhosidade do homem criou o metrô e os trens para darem cabo do problema. Porém, quando os trilhos chegarem até os limites da metrópole ela já terá dobrado de tamanho descendo morro abaixo pela serra do mar, emendando com o vale do Paraíba e Sorocaba. Essa descomunal cidade será a 'primeira mega-metrópole do hemisfério sul' como foi pomposamente definida aqui no estadao.com. Igual a um adolescente gabando-se do tamanho avantajado do seu penis. Resumindo, como disse nas entrelinhas o Vanderlei e concordei em meu comentário, todos os problemas de São Paulo são consequencia do inchamento populacional decorrente da imigração sem freios dos últimos 50 anos. Enquanto o governo federal não abrir os olhos a mancha urbana continuará aumentando. É preciso estabelecer um limite. Caso contrário, não há dinheiro que resolva.
Publicado em 02.08.2010
Toth Hermes
Interessante. Para uma cidade "ilógica" (segundo parecer do autor do texto), nada melhor que uma saída "ideológica". Claro, se estamos falando de "ideologia" no Brasil só tem lugar a de esquerda, e de preferência "a la" PT, claro. A solução mágica para os problemas de São Paulo passa a ser, então ... mais ônibus ! E não foi exatamente essa a proposta da candidata do PT para São Paulo quando ela esteve na prefeitura? Oras, oras. Isso mesmo: aqueles mesmos ônibus que atrapalham o trânsito da cidade, lotados, poluidores, extremamente lentos (alguns chegam a incríveis 7 Km/h de média horária mesmo no corredor) e impossíveis de ser usados pelos mesmos socialistas que propõe essas coisas. Desafio: tentem acha-los nos ônibus. É aquela história: ônibus no dos outros é refresco. Sempre, todos eles, querem carros particulares para eles claro. E de preferência, com motorista particular e chapa preta. Mais metrô? Não. Mais trens? Não. Mais vias? Não. Menos vias, mais rios (?), menos trens, menos metrô (a não ser que trens e metrôs tornem-se plataformas políticas do partido) e mais ônibus e vans. Dá lincen-sa. E ainda há quem preste atenção nesse lixo ideológico.
Publicado em 02.08.2010
Immanuel
Querem acabar com os problemas de São Paulo? Os problemas de São Paulo, são os Problemas da Grande São Paulo, esse "frankenstein" de cidade ja existe na prática. Acabem com as prefeituras de cidades como: Guarulhos, Santo André, etc. Transformando-as em Distritos independentes; mas quem decide a infra-estrutura é o Prefeito da "Grande São Paulo". Tirem-lhes a autonomia e as subordinem a uma prefeitura única. Dêem aos habitantes de cada munícipio a capacidade de escolher seus "Prefeitos Distritais" Cada distrito administra seus IPTU´s seus pedágios etc...etc..., mas todas são obrigadas a contribuir e prestar contas com a "Grande São Paulo". assim como a "grande São Paulo" também deverá prestar contas aos distritos, com as obras de infra-estrutura necessária para fazer andar esse "Frankenstein"
Publicado em 02.08.2010
Leonardo
Muito mais factível do que remover as marginais e trazer de volta os rios, é utilizar o asfalto permeável, feito com pneus, que está sendo testado no aeroporto de Portland. Essa tecnologia não destrói o solo coberto pela camada asfáltica. Pesquisem no google, é interessante.
Publicado em 03.08.2010
R Carlos
Por falar em violência, não é verdade que São Paulo é uma das cidades mais violentas do Brasil. Muito pelo contrário. É o que diz o Mapa da Violência publicado aqui no site do Estadao. Segundo o estudo, São Paulo ocupa o penúltimo lugar em violência entre as 27 capitais. Entre dez regiões metropolitanas pesquisadas, está em último lugar. Vale a pena dar uma olhada e surpreender-se. Interessante a proposta do Immanuel. Um órgão gestor da Região Metropolitana resolveria vários problemas urbanos sobretudo a questão viária e de enchentes. Todo o planejamento urbano seria transferido para esse órgão, uma vez que as prefeituras não tem como fazê-lo isoladamente. Basta lembrar que vários córregos e algumas avenidas muitas vezes começam em um município e terminam em outro. Além disso, pessoas moram na periferia da metrópole e trabalham no centro. Poderia começar por aí um desenho lógico para a cidade, privilegiando os cursos dágua e os deslocamentos por trilhos. Basta dessas máquinas antiquadas, poluentes e barulhentas, os ônibus. Só trazem mais problemas.
Publicado em 03.08.2010
Lima
O asfalto misturado a borracha de pneus é utilizado com sucesso em algumas rodovias paulistas como a imigrantes, Leonardo. É uma boa ajuda para os carros mas não para os rios. Estes não precisam de tecnologia mas de respeito. O Tietê por exemplo, precisa voltar a ser um rio. É o que se deduz do vídeo.
Publicado em 03.08.2010
Tetsuo Shimura
São Paulo não pode parar! Não! São Paulo precisa parar! E, por quê? Se, por volta de 1920 havia menos de um milhão, o resultado do censo mostrará que beiramos doze milhões somente na Capital e pouco mais de vinte milhões na grande São Paulo. Que fatores influenciaram este inchaço? Fácil. Bem ou mal é a única cidade que possui o maior número de hospitais o que tráz consequências terríveis; qualquer político de qualquer partido político e de qualquer Estado, quer ser atendido em São Paulo, onde um caso típico é o mineiro vice-presidente. Observe nas proximidades do HC, Hospital SP - UNIFESP, INCOR e as outras intituições de referência, as placas das ambulâncias. Em SP pode encontrar de tudo o que faz com que sacoleiros viagem centenas senão milhares de quilometros para ter acesso a produtos e também a serviços. Em SP se concentra a maioria de vôos internacionais, eventos de todos os tipos e gostos... Adicione-se no acima mencionado, o mercado de trabalho que atrai milhões de migrantes, conferindo a SP o status da maior cidade nordestina do Brasil e possui mais oriundos de MG que a cidade de BH. Apenas imaginando um quadro hipotético da evolução natural de população, se em 1920 éramos pouco menos de um milhão, certemente hoje estaríamos beirando a quatro ou cinco milhões. O que favoreceu para esta tragédia de SP? As incompetências de sucessivos governos federal, estadual e porque não, municipais, que em nome da falta de vontade para fazer frente às adversidades, desviaram todo e qualquer recurso disponível, sem fixar seu cidadão no local e cabendo ao primo rico, o dever de sustentar os pobres de espírito, quadro generalizado no N e NE do Brasil. O Brasil não é somente SP, entretanto, concentra a maioria do Brasil e isto, precisa parar!
Publicado em 03.08.2010
R Carlos
Na mosca, Tetsuo Shimura. Lembrou bem a questão dos hospitais públicos. Os de São Paulo são os melhores do Brasil enquanto no N e NE a saúde pública inexiste. É preciso descentralizar tudo.
Publicado em 03.08.2010
André
Primeiro uma resposta ao Eduardo (30.07.10), depois um comentário para o Toth Hermes (02.08.10). Eduardo, você afirma que basta pesquisar para descobrir que nossas atuais motos poluem mais que os carros. Há aí um desvio que quase chega a ser mal-intencionado. Os levantamentos levam em conta as motos usadas pelos motoboys (em sua maioria CG's fabricadas entre 1985 e 1999), comaparando-as aos carros com injeção eletrônica produzidos nos últimos dez anos. Que tal comparar os carros anteriores ao ano 2000, que ainda existem em grande número pela cidade afora? Que tal se os motoboys fossem alvo de um pouco menos de preconceito e discriminação, recebendo dos demais motoristas a devida atenção e respeito, desobrigando-os de instalar escapamentos barulhentos (e consequentemente poluidores) para tentarem ser notados no trânsito? O argumento exposto pelo Toth Hermes faz certo sentido, sem dúvida: políticos adoram falar em incrementar transporte público, mas andam mesmo é de carro oficial. Só discordo de uma coisa: isso não é exclusividade do PT. Os entraves encontrados pela prefeita de São Paulo são da mesma ordem dos que seriam enfrentados por quem quer que tentasse resolver de fato a questão. Veja o exemplo atual, em que o governo do estado e do município investiram vários milhões para aumentar as pistas da Marginal Tietê e melhorar o tráfego. Tráfego de quem? Dos ônibus? Óbvio que não. Cada centavo investido por São Paulo nessa bela e infernal metrópole tem olhos voltados sempre para o transporte individual em automóveis, um modelo claramente fracassado e "suicida" em termos de urbanismo. Tente andar de carro por Los Angeles e você verá do que estou falando.
Publicado em 07.08.2010
Flavia
Interessantes esses comentários sobre o conteúdo. Quanto à forma, queria dizer que gostei da animação, simples, eficaz. A narração é legal, mas às vezes um tiquinho rápida demais. Só não gostei mesmo foi da música de fundo, acho completamente desnecessária... ou é porque em São Paulo tem sempre um barulho de fundo? :o( (obs.: troquei São Paulo por Paris há 8 anos, mas Paris também já ficou muito grande pra mim...)
Publicado em 10.08.2010
Pablo SNR
Ficou insano Denis!! animal!
Publicado em 10.09.2010
Nabil Bonduki
Parabéns, está maravilhoso!!! preciso, sintético, completo e didático. Bom demais! um abraço a todos Nabil Bonduki
Publicado em 20.09.2010
Renan Akamine
Um ótimo documentário mas a solução ficou muito vaga.
Publicado em 20.11.2010
Marcos Muniz
Grosseiro o erro e a afirmação que motos poluem mais. Tenho uma moto que faz 25km por litro com um tanque de 12litros rodo 280km. Fiz o controlar o ano passado e o nível de Co2 emitido foi quase zero. O que deve ser feito para melhoria dalocomoção na cidade são corredores de onibos, corredores para motos além de metro e melhoria para carros. Nós motociclitas pagamos alto com licenciamento e seguro obrigatório e não temos faixas exclusivas para trafegar. Sp é uma cidade para poucos na verdade, um lugar insólito que trata mal quem aqui vive ou tenta viver.
Publicado em 22.04.2012
Marcos Muniz
Grosseiro o erro e a afirmação que motos poluem mais. Tenho uma moto que faz 25km por litro com um tanque de 12litros rodo 280km. Fiz o controlar o ano passado e o nível de Co2 emitido foi quase zero. O que deve ser feito para melhoria dalocomoção na cidade são corredores de onibos, corredores para motos além de metro e melhoria para carros. Nós motociclitas pagamos alto com licenciamento e seguro obrigatório e não temos faixas exclusivas para trafegar. Sp é uma cidade para poucos na verdade, um lugar insólito que trata mal quem aqui vive ou tenta viver.
Publicado em 22.04.2012
Marcos Muniz
Grosseiro o erro e a afirmação que motos poluem mais. Tenho uma moto que faz 25km por litro com um tanque de 12litros rodo 280km. Fiz o controlar o ano passado e o nível de Co2 emitido foi quase zero. O que deve ser feito para melhoria dalocomoção na cidade são corredores de onibos, corredores para motos além de metro e melhoria para carros. Nós motociclitas pagamos alto com licenciamento e seguro obrigatório e não temos faixas exclusivas para trafegar. Sp é uma cidade para poucos na verdade, um lugar insólito que trata mal quem aqui vive ou tenta viver.
Publicado em 22.04.2012
gabrila barros
adorei esse video !!!!!
Publicado em 23.03.2012
hpsnzt
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Publicado em 17.03.2012
qztfyqi
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Publicado em 15.03.2012
kizndtv
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Publicado em 15.03.2012
zirdvyka
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Publicado em 15.03.2012
shmwejiejiz
QV2STQ yuklafssbolm
Publicado em 14.03.2012
ismet
O caso acabou ccoolando na berlinda, a doene7a. E com ela, o sistema pfablico de safade como um todo. Ne3o precisaria nenhum figure3o ficar doente e vir para Se3o Paulo para saber-se que o SUS precisaria de reparos. E de menos lednguas soltas, bocas de tramelas, debochados. A doene7a passou a ser muito mais mais falada do que a capacidade de tratamento e de resisteancia do acometido quanto a eventuais sequelas. Parece que tentaram criar uma comoe7e3o, te3o fora de raze3o, que quem ficou nos holofotes foi a doene7a. E praticamente, sf3 dela fala-se.A forma debochada com que o ex-presidente utilizou para tirar uma casquinha com o Obama, em dada ocasie3o e o sistema de safade dos EUA, ficou para tre1s: muita gente lembra-se, mas afasta o incf4modo, parece. Pode ser que se Obama telefonou ou escreveu ou fez algum contato, pode ter oferecido os pre9stimos de suas e1reas de refereancia e exceleancia, correto? E de forma educada, pois, ne3o brinca-se com doene7as.Quanto ao que falou FHC, de1 para concordar. Ne3o com relae7e3o a hora e local para discutir o SUS, mas com relae7e3o ao fato de que he1 quem seja melhor do que outros no trato, na ane1lise de determinadas coisas.E assim tem de ser, caso contre1rio a barbe1rie logra ganhar terreno. Os prazos para tratamento em nosocf4mios pfablicos se3o longos e trabalhosos. Mas, a hora de discutir o sistema de safade e9 toda hora. A diferene7a e9 como encarar as coisas e como dizea-las. Ficou claro serem o deboche e a esculhambae7e3o, apenas e te3o somente isso mesmo.
Publicado em 14.03.2012
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Publicado em 28.11.2011
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Publicado em 29.11.2011
Aline Bueno
linda a direção de arte do vídeo! e um resumo muito bem feito do conteúdo do site!
Publicado em 19.06.2010